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Fotógrafo registra 1.200 israelenses nus no Mar Morto – que, cinco anos depois, está secando

É bem provável que você já tenha ouvido falar do fotógrafo Spencer Tunick, ou, pelo menos, visto algum de seus trabalhos. Tunick cria intervenções urbanas com centenas e até milhares de modelos voluntários nus em grandes cidades e paisagens naturais mundo afora. Inclusive no Brasil, em 2002, na cidade de São Paulo.

Uma entre várias de suas obras acabou acidentalmente documentando e denunciando uma situação crítica de um dos locais mais conhecidos do planeta: o Mar Morto. A série fotográfica produzida em 2011, criada originalmente para retratar a beleza de corpos humanos ao seu natural nas águas de um dos lagos mais salgados do mundo, passou a ser também uma homenagem a seu estado anterior, antes do recuo acentuado do volume d’água — causado pela evaporação alarmante e do desvio das águas do rio Jordão, que o abastecia. Uma perda em torno de 1,5 metros por ano.

Em setembro, Tunick retornou a Mineral Beach, local onde produziu sua série fotográfica, para a realização de uma conferência de imprensa sobre os perigos que o Mar Morto enfrenta atualmente.

Mais informações: spencertunick.com (h/t: The Huffington Post).

Escrito por Leandro Oliveira

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